#VIOLÊNCIA “Crime organizado toma conta do Pará” (Por Francisco Weyl)

Campeão de crimes no campo, do trabalho escravo, e com o município mais violento do mundo (Altamira), o Pará definitivamente é terra sem lei.
O assassinato de dois prefeitos de uma mesma região do lago da hidrelétrica de Tucuruí , em seis meses (Breu Branco, Diego Kolling, e Jones Willian, Tucuruí) é demonstração inequívoca de que o crime organizado opera de forma livre no Estado.
E, detalhe que outro prefeito da mesma região, mas, de Goianésia, João Gomes da Silva, também foi assassinado, nesse período.
Diversos analistas políticos e jornalistas opinativos pautam a questão de forma indireta, e identificam possíveis “links” entre os assassinatos destes prefeitos.
Mas a Justiça segue definitivamente cega, e a Polícia, com os olhos abertos, apenas aos movimentos sociais, aos quais reprime, como no caso da chacina de Pau D’Arco.
Os constantes assassinatos da juventude nas periferias, os carros pratase e pretos, e, o crescimento da audiência, e dos “financiamentos” aos programas que incentivam a violência, indica claramente a ação de uma rede organizada, tanto do lado de dentro, quanto do lado de fora do Estado.
Esta semana, a polícia prendeu o presidente do Partido Social Democrático (PSD) do município de Breu Branco, no sudeste paraense, Ricardo Pessanha (Ricardo Chegado).
Ele seria o mandante do crime da morte do prefeito Diego Kolling, segundo Antônio Genival Lima Moura, que teria executado o crime.
Por motivo de comentários em redes sociais, o deputado Éder Mauro desmentiu a informação de que Ricardo Pessanha coordenou a campanha dele no município.

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